Ampulheta

O tempo para:
Por areias verticais separados
Um de cada lado somos
Dunas de cronologia
Desertos desertados
Pela pausa, tal desatina

12 comentários:

  1. E aqui também há Cronos.
    Abraços poeta.

    ResponderExcluir
  2. Mais uma pra me deixar de boca aberta, pra variar! Parabéns, August! :D

    ResponderExcluir
  3. Olá, tudo bem??

    Visitando teu espaço. Gostei bastante.

    Abraços

    ResponderExcluir
  4. valeu pela visita e volte sempre ao railer online!

    cara, olha na lateral da figura com a tal propaganda que vc vai ver o site de onde ela foi criada...

    ResponderExcluir
  5. "Desertos, desertados..." De certa forma, somos!
    Augusto, adorei o teu espaço!
    Beijo!

    ResponderExcluir
  6. Quem dera o tempo parasse por um instante.
    Ah! Força descomunal!
    Ainda te venço, nem que seja pelo cansaço.

    Abraço, colega!

    ResponderExcluir
  7. Adorei as poesias. Muito boas mesmo. Parabens ^^

    ResponderExcluir
  8. "Projetistas fazem canais, arqueiros airam flechas, artífices modelam a madeira e o barro, o homem sábio modela-se a si mesmo".
    (Buda Gautama Sakyamuni)
    ... Buda esqueceu de mais um: Poetas interpretam a alma! arrazou!!!!!!

    ResponderExcluir
  9. Apesar de o tempo ser muito tratado em poesias, você conseguiu ser original!

    ResponderExcluir
  10. E não faltarão dunas de tempo, intransponíveis, que nos engulam as palavras, que nos quebrem abraços e possibilidades...
    Não faltará, contudo, a teimosia em querer estar do outro lado, de comer os frutos além das nossas cercas.

    Aqui pela primeira vez, sentindo-me à vontade para colher poesia e vida. Voltarei.

    Abraço.
    Ricardo

    ResponderExcluir

Poderá ser preciso clicar mais de uma vez no botão "Postar comentário" para que o seu comentário seja enviado com sucesso. Obrigado pelo comentário!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...