Amanhecer da cidade

Há um silêncio gelado na alameda
Tudo o que se ouvia era o bater dos sapatos
No concreto da calçada branca de noite nevada

Mas sei que logo virão as buzinas e os sinos
Logo virão os ruídos e as sinas
Sei que logo virá o dia

Haverá um grito gelado na alameda
E ainda no frio que seja
A cidade acorda com o brado que boceja

5 comentários:

  1. Este texto tem uma ótima sensibilidade! Parabéns,Augusto!

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  2. Olá
    Li seus poemas e adorei esses: Cadeira da amargura,História de um lugarejo, Mariazinha e José e Crua.
    Você escreve muito bem!
    Gostei bastante daqui.

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  3. Como sempre bem criativo ;D, saudades de você, e desculpa a ausência de meus comentários em suas poesisas, que por sinal, gosto muito :)

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  4. Augusto,
    A poesia é um pouco da fala do que sua alma grita.
    Foi bom suas poesias,as vezes crio as vezes me contento em saborear o que já existe...
    Um abraço,
    Gil.
    Jatobá. PE.

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  5. Nossa, Augusto... amei!!! (Ando meio sumida, né?? Desculpa!)

    Beijos da amiga... =*

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