Vendedor de alegria

O pranto naquela brancura
de um menino tão só,
tão desiludido
sem nenhuma ternura.

Veio então um senhor,
deu-lhe a mão
e um sorriso.
O menino, do chão, se levantou.

Perguntou ao velho quem ele era
com um passo que se afasta.
Ele respondeu que era um vendedor de alegria,
mas que para ele fazia de graça.

4 comentários:

  1. Nossa, Augusto! Que lindo!
    De onde você tira essas idéias? Adorei...
    Beijoo!

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  2. =) já havia lido essa!
    parabéns!

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