O Anjo e o Demônio

Foste o dia em que o Amor
Contornava molhados lábios
E suadas faces! Foste o dia em que
Amei, amo e nunca sabeis

Se não és assim tão imenso
Por que pensaste em ti toda hora
E sentiste teu aroma em minha pele?
Por que choraste quando foste embora?

Sabeis que com amor és hora de
Dizer-lhe que ando em hermetismo:
O calor de minhas veias quer
Enquanto minha sanidade, nem um beijo a mais, sequer

E sentiste que agora não seja Tempo
De entregar-me a tua graça.
Desejo não me falta;
O medo do sofrimento também não me escapa.

E viveis dessa forma
Sabendo que se tal aceso Fogo ficará
Dentro e seguro, és certo
Que possuo a razão de meus versos.

2 comentários:

  1. UAUUUU!!! Augusto... impressionante! Muuito bem escrito. Eu tô sentindo algo muito parecido com o que voce descreveu na poesia. Você anda lendo minha mente? Huahuahua...
    Beijos!!

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  2. C-A-R-A-L-H-O véii...

    essa foi a melhor poesia que eu vi que vc escreveu até agora!!!
    Parabéns cara! Serio!
    E o livro??? comotá?

    ResponderExcluir

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